| Objectivos: | Pretende-se que os alunos sejam capazes de: 1. Dominar as estruturas de improvisação para criar movimento e para desenvolver ideias e conceitos compostos em grupo e em espaços não convencionais; 2. Colaborar num projeto coreográfico de grupo/turma, segundo um conceito de interdisciplinaridade; 3. Compor individualmente apontamentos coreográficos ou adaptar um trabalho coreográfico anteriormente criado, visando a integração de um projeto coreográfico de turma; 4. Apresentar publicamente uma experiência de criação coreográfica, de produção de objetos ou de espetáculo; 5. Cooperar com os colegas nas tarefas de grupo e subgrupo; 6. Interagir com os docentes e/ou colegas participando ativamente nas tarefas; 7. Avaliar o seu desempenho e o dos outros, e a sua participação em grupo. |
| Conteúdos Programáticos em Syllabus: | i) Conceitos e princípios de movimento inerentes à dança pós-moderna e contemporânea: tarefas de produção de movimento e contacto-improvisação. ii) Elementos fundamentais e de aprofundamento de técnicas de improvisação e composição. iii) Exploração de técnicas de criação desenvolvidas segundo um conceito de interdisciplinaridade em espaços abertos e/ou não convencionais. iv) Diversidade de modos de expressão, pela interligação de habilidades adquiridas nas aprendizagens disciplinares durante o curso e na vida com o desenvolvimento de experiências de criação, de produção ou de espetáculo. v) Manipulação de sequências dançadas, de curta, média e longa duração, no âmbito de um projeto coreográfico de turma. vi) Dinâmica colaborativa, com posicionamento no espectro do desempenho simultâneo das funções coreógrafo-performer, na composição para um espaço “alternativo”. |
| Avaliação: | Numa 1.ª fase, as aulas práticas centram-se na experienciação de atividades baseadas em tarefas abertas (contacto-improvisação e movimento) em estúdio, espaços abertos e espaços não convencionais. Recorre-se à elaboração de um portfólio eletrónico sob a forma de um blog e à realização de comentários nos fóruns e em vídeos disponibilizados no sistema de aprendizagem da FMH. Numa 2.ª fase, através de metodologia por projeto, a ênfase está colocada na elaboração (pela negociação de um guião) e na construção de uma coreografia colaborativa. Incentiva-se ao diálogo em que todos participem, através da sua própria experiência e saber. Avaliação contínua (frequência de pelo menos 80% das aulas): A – Avaliação do desempenho individual (40%) B – Coreografia (35%) C – E-Portfolio | Blog de reflexão pessoal e autoavaliação do processo (25%) Nota final= 0.40 A + 0.35 B + 0.25 C |
| Bibliografia: | Breslin, J., & Cowley, J. (2010). Coping in collaborative choreography. In International Conference Performing Arts Training Today. Faure, S. et al. (2001). Un état des lieux de la recherche sur les apprentissages et les motricités de la danse chorégraphiée. Rapport de recherche, Ministère de la Recherche. Fournier, E. (2004). How a creative system learns: the distributed activity of choreography. In ICLS 2004: Embracing diversity in the learning sciences, pp.198-205, University of California. Hagendoorn, I. (2003). Cognitive dance improvisation: How study of the motor system can inspire dance (and vice versa). Leonardo, 36(3), 221–228. MacBean, A. (2004). Site-specific dance: Promoting social awareness in choreography. Journal of Dance Education, 4(3), 97-99. Mason, H., & Dalman, C. (2009). Brain, dance and culture 2: evolutionary characteristics in the collaborative choreographic process of Elizabeth Cameron Dalman. Brolga: An Australian Journal about Dance, 31, 19-26. |